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PASTORAL DO DÍZIMO
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A manutenção do culto é compromisso do cristão!!
Neemias 10, 33-40: Impusemo-nos a obrigação de pagar cada ano o terço de um siclo para o serviço do templo: os pães da proposição, a oblação perpétua, o holocausto perpétuo, os sacrifícios dos sábados, das neomênias e das festas, as coisas consagradas, os sacrifícios expiatórios em favor de Israel, e para todo o serviço da casa de nosso Deus. Tiramos a sorte, sacerdotes, levitas e o povo, para a repartição da oferta da madeira, a fim de que cada família, por sua vez, em cada ano, nas épocas determinadas, trouxesse ao templo o material necessário para manter aceso o fogo do altar do Senhor, nosso Deus, de conformidade com o que está escrito na lei. Tomamos o compromisso de levar ao templo, cada ano, as primícias de nosso solo e as de nossos campos; de apresentar igualmente aos sacerdotes que fazem o serviço da casa de Deus, como está prescrito na lei, os primogênitos dos nossos filhos e de nossos rebanhos, e os primogênitos de nossos bois e de nossas ovelhas; do mesmo modo, de levar aos sacerdotes, nas salas da casa de Deus, as primícias de nossos alimentos, nossas oferendas, assim como dos frutos de todas as árvores, do vinho e do azeite; e de entregar o dízimo de nosso solo aos levitas, que estavam encarregados de transportá-lo para todas as nossas aglomerações agrícolas. Um sacerdote da linhagem de Aarão acompanharia os levitas quando recebessem o dízimo; e os levitas trariam o dízimo do dízimo à casa de nosso Deus, para as salas que servem de depósito. Porque os filhos de Israel e os filhos de Levi devem trazer para essas salas as primícias do trigo, do vinho e do azeite; nessas salas é que se acham os utensílios do santuário, e é ali que os sacerdotes se encontram em serviço, bem como os porteiros e os cantores. Assim é que nós não mais queremos negligenciar a casa de nosso Deus.
A Bíblia, desde o Antigo Testamento, retrata a constante atitude do homem de expressar seu relacionamento com a divindade, na doação dos seus bens materiais. Essa disposição se concretiza entre outras formas, na praxe de oferecer a décima parte.
Deus revelou e assim se institucionalizou na Igreja essa legislação, uma forma de compromisso destinando os dízimos e as ofertas para a manutenção do culto, atendimento aos pobres e necessitados e também aos que se dedicam ao Evangelho, possam do Evangelho sobreviver.
Mas sempre questionamos: Será que precisamos manter a Igreja e os que anunciam o Evangelho? A Igreja é tão rica? Em primeiro lugar, devemos notar que a Igreja, cada vez mais, vai colocando os seus bens a serviço do povo de Deus; e aceitar a idéia de que ela deve despojar-se de tudo e ficar sem os recursos para anunciar Jesus Cristo, é falta de discernimento, é não estar a serviço de Deus.
Quanto à manutenção daqueles que anunciam o Evangelho, deve ser afirmativa. Eles não têm renda para fazer face as suas despesas pessoais, mas devem viver com este ganho e ter uma vida normal e digna.
Os sacerdotes, os bispos, o Papa, os missionários, a própria Igreja, devem sobreviver com as ofertas destinadas ao altar, ou seja, as nossas doações.
Devemos zelar para que haja justiça na distribuição das ofertas e do dízimo, pois elas expressam a fé e a gratidão de todo o povo. Assumem-se com amor a nossa comunidade, vamos zelar para haver sempre a justiça e a verdade iluminando a todos.
Paróquia Santa Luzia - Votuporanga/SP
Texto utilizado para evangelização pela Pastoral do Dízimo - Rubens
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