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PALAVRA DO PÁROCO
7/5/2010: Caridade fraterna
“Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,34-35). Talvez um dos propósitos deste mês seja mandar fazer um quadro com essas belas palavras e colocá-lo na nossa sala de estar e, dessa maneira, lê-las freqüentemente pedindo a Deus a graça de que a caridade fraterna seja uma realidade na nossa vida. É muito bonito falar do amor ao próximo. Que difícil, porém, é vivê-lo! É muito importante que não sejamos teóricos no que se refere ao amor ao próximo. O famoso romance de Dostoievski, “Os irmãos Karamazov”, também relata como uma pessoa proclamava o seu amor pela humanidade em geral: “Eu amo a humanidade, mas fico admirado comigo mesmo porque quanto mais amo a humanidade em geral diminui o meu amor às pessoas em particular. Sonhando, com freqüência, fiz propósitos apaixonados de servir à humanidade. Não obstante, sou incapaz de viver com outras pessoas durante dois dias seguidos compartindo o mesmo quarto, e sei-o por experiência. Quanto me vejo perto de alguém, percebo que a sua personalidade oprime o meu amor próprio e tira a minha liberdade. Em apenas 24 horas posso chegar a ter raiva, inclusive da melhor pessoa do mundo: às vezes porque fica muito tempo à mesa, outras porque está gripado e tosse sem cessar”. Ainda que o texto não seja literal, é possível perceber que não é verdadeira caridade a mera possibilidade de amar a humanidade em geral e desprezar o ser humano em particular. Estamos fartos de discursos! Gostaríamos de ver solucionada a situação das pessoas com as quais convivemos: “esse vive num barracão, aquele passa fome, fulano não tem trabalho, o outro está com depressão, os grupos estão divididos na minha paróquia, no meu trabalho há uma pessoa que sempre quer destacar-se mais que os outros, há críticas… um desastre!” Será que os não crêem, conhecem a nós pelo amor mútuo, pela atenção caridosa, pelo carinho, pela boa educação, pela generosidade e pela disponibilidade? Para saber como se vive a caridade é preciso olhar, em primeiro lugar, para Jesus. A regra, a medida da caridade, é ele: “como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros”. Como Cristo amou-nos? Rebaixando-se a si mesmo, sofrendo na cruz e derramando todo o seu Sangue por nós, preocupando-se verdadeiramente com os nossos pequenos e grandes problemas etc. Assim deve ser o nosso amor aos irmãos: será preciso dedicar-lhes tempo, escutá-los, dispor-se para ajudá-los quando for preciso, ser agradecidos para com as pessoas, corrigir com fortaleza e gentileza quando necessário, viver as normas da educação e da prudência, ser discretos, compreender-lhes, sorrir também quando não se tem vontade, sacrificar-se discretamente para que os outros passem bons momentos. E em nosso meio? Rivalidades? Ciúmes? inveja? Disse alguém que “Cristo mandou que nos amássemos, não que nos amassemos”. Os problemas na comunidade cristã não são novos, São Paulo escreveu aos Gálatas: “se vos mordeis e vos devorais, vede que não acabeis por vos destruirdes uns aos outros” (Gl 5,15). Porque será que os cristãos às vezes se mordem devorando-se uns aos outros? Pelo mesmo motivo que São Paulo identificou entre os gálatas: eram carnais. O que é necessário para viver a caridade? Deixar-se conduzir pelo Espírito Santo e fazer as obras do Espírito: “caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança” (Gl 5,22-23). Aqui fica nossa exortação para que renovemos os bons propósitos de viver com obras e na verdade, a virtude da caridade, não em geral e em abstrato, mas em particular e concretamente: na família, com o pai, com a mãe, com os irmãos, com os amigos, com o patrão, com o empregado, com o meu irmão de comunidade. Não é fácil porque as pessoas têm problemas, dificuldades, às vezes exalam mau odor, falam demasiado ou não falam quase nada, faz calor. Poderíamos enumerar mil e uma razões para não viver a caridade, nenhuma delas é conseqüente. Que neste mês de maio, Maria Santíssima nos ensine a viver o amor a Deus e ao próximo, de verdade! Pe. Jamil
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