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Comissão Fé e Politica
De acordo com as orientações do 6º Plano Diocesano de Pastoral e através dos cursos de Formação Permanente, nossa comunidade procura se atualizar em todos os segmentos. Um dos temas é "Fé e Politica". Veja abaixo o texto do ultimo estudo realizado sobre este tema
Fé Política
A) O que é fé:
1. É uma atitude totalizante. É uma opção de vida que tende a englobar toda a existência, a inspirar todos os atos de alguém.. reduzir a fé a um setor da vida, ao culto, por ex.. é aleijá-la.
2. Registro ético da fé., pelo qual a fé aparece como práxis, como vida concreta.
3. Dimensão ético-política da fé. Quando se fala na fé como práxis, se entende a fé como compromisso social, como “caridade política” (Pio XI, em 18/12/27).
B) O que é política
1. Poder frente à ordem social: É algo de objetivo, que se faz querendo ou não.
2. Dois níveis de política: como participação na vida social, e como luta pelo poder do Estado
3. Conflito: pano de fundo da política. Interferência na organização social justamente porque a sociedade não é harmônica, porque há problemas, conflitos.
Totalitarismo político. “Tudo é política, mas política não é tudo” (E. Mounier). De fato, a vida humana tem outras dimensões: psicológica, afetiva, estética, mística, lúdica, etc.
Perguntas para discutir em grupo
1. Diz o Concílio Vaticano II: “O divórcio entre fé e vida quotidiana é um dos mais graves erros do nosso tempo” (GS 43,1).
- Quais são as raízes desse divórcio?
- Quais são seis frutos?
- Como superar esse divórcio?
2. Muita gente do povo acha a política uma “coisa suja?”.
- Donde vem esta idéia?
- Como ajudar o povo a superá-la?
POLÍTICA DA BÍBLIA
Tomamos aqui só os grandes livros e os grandes temas bíblicos que fundamentam o compromisso político do cristão. É preciso situar sempre esse compromisso político dentro do horizonte maior da fé bíblica, para não reduzir a Bíblia a um simples “livro de política”. Ela é também isso, mas por ser antes um “livro religiosos” (especial).
1. Êxodo. Revela o Deus bíblico é sempre como Libertador.
2. Profetas. Anunciam a Deus como o DEus da Justiça e denunciam uma “religião-ópio”, separada da vida, com seus ídolos .
3. Evangelhos. Jesus anuncia o Reino como a “revolução absoluta”, a “libertação plena” para o mundo. O Reino inclui uma dimensão pessoal (fé, conversão), uma dimensão final (ressurreição e vida eterna), mas também uma dimensão social (libertação das doenças, da fome etc.) (cf. Lc 4, 1ss; 6, 20-26; Mt 25,41ss, etc.).
Quanto à sua prática, Jesus:
- liberta o povo dos males concretos (sinais ou milagres) (cf. Lc 7,21-23);
- toma a defesa dos pequenos contra os grandes (ex. Lc 13,10-17);
- é crucificado em conseqüência de seu compromisso libertador da vontade do Pai (Mc 15,10; Jo 11,4).
Conclusão: A Bíblia revela a vocação integral do homem, mas mostra também que esta implica uma responsabilidade política, a ser vivida de acordo com o Plano total de Deus.
Perguntas para discutir em grupo
1. “A Bíblia tem nariz de cera: pode-se torcê-la para qualquer lado” –. Que se deve fazer, que cuidados tomar para não cair num tipo de leitura ideológica ou manipulada da Bíblia?
2. Jesus pessoalmente recusou a política profissional ou o “messianismo temporal” (ser o rei do povo judeu). O que isso significa para nós? E o que não significa?







COMO SE RELACIONAM FÉ E POLÍTICA
A relação se situa em diferentes níveis, que aqui vamos especificar.
1. Fé e Política em geral (nível existencial).
A Política é uma dimensão interna à fé – dimensão constitutiva. É a própria fé feita práxis histórica, fé enquanto realizada no social.
A Fé inclui a Política, mas também a supera.. O perigo é reduzir a Fé à Política (tentação dos engajados) ou reduzi-la à vida provada (tentação burguesa).
2. campo eclesial e campo político (nível das práticas).
- autônomos, pois cada um tem sua natureza (religiosa/secular), seus fins (fé/poder) e seus próprios (evangelização/formação política) (cf. GS 36);
- inter-relacionados, pois os dois campos estão a serviço do homem e do povo em geral. Estão abertos um ao outro e se enriquecem mutuamente: a comunidade eclesial prepara e estimula à política, e a organização política oferece o meio para materializar a fé na história.
3. Igreja e Estado ou Esfera religiosa e Esfera política (nível das instituições)
São duas esferas independentes, cada uma soberana em sua área colaborando em benefício do povo (cf. GS 76,3).
. Há três posições concretas:
1º. Clerical ou de cristandade: o Estado tem e impõe uma religião;
2º. Laicista ou secularista: o Estado se opõe a toda religião, tolerando-a no máximo;
3º. Laica ou aconfessional: o Estado não se envolve com a questão religiosa. Limita-se apenas a garantir socialmente a liberdade de consciência e religião para todos.
Mas a “sã laicidade do Estado” (Pio XII) não exigiria mais: uma abertura positiva, um respeito ativo para com o fato religioso?
Perguntas para discutir em grupo:
1. “Se cada um se converter, toda a sociedade se transformará”. Que acha dessa afirmação? Justifique sua opinião?
2. É possível haver uma política verdadeira sem uma dimensão religiosa? Explique em que sentido.
MISSÃO DA IGREJA NO CAMPO POLÍTICO
Nessa questão é útil distinguir Igreja como tal (hierarquia) e os cristãos (membros do Povo de Deus).
A) Igreja como tal representada pela Hierarquia
As posições equivocadas são conhecidas:
- apolitismo: impossível, porque a Igreja é apartidária, mas não apolítica;
- clericalismo: a Igreja não tem competência técnica, mas só ética no campo político.
A posição correta é precisamente pastoral ou evangelizadora.
B) Quanto aos cristãos, membros do Povo de Deus
1. Enquanto são também cidadãos, os cristãos devem entrar a pleno direito na política direta.
- Evangelho não dá ordens, mas sim oferece critérios de orientação política.
- necessidade de uma pastoral específica, que ajude a formar os militantes cristãos para a competência política e para uma espiritualidade adequada (cf. João Paulo II, aos bispos do Brasil, (04/86).
E uma exigência para os militantes continuarem enraizados em sua base eclesial para terem eficácia política maior.







Pastoral Orgânica

Desde a nossa ultima Assembléia Paroquial estamos procurando concretizar em nossa comunidade uma Pastoral Orgânica. Para tanto, temos feito estudos, encontros, reuniões e formação permamente de todos os nossos agentes pastorais visando concretizar o objetivo de construirmos juntos a Igreja de nossos sonhos: Comunhão e Participação!
Veja abaixo o texto do nosso último estudo:
class=MsoNormal style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: center" align=center>Pastoral Orgânica


 



 


 


v                           O que é?: É o serviço da unidade que visa a eficácia da Igreja. Abrange princípios orientadores, objetivos, opções, estratégias, iniciativas práticas (cf DP 1222).


v                           O que busca?: Procura dar “resposta específica, consciente e intencional às necessidades da evangelização” (DP 1307).


v                           Em que contexto?: Nosso mundo é plural, complexo, fragmentado.


v                           Qual é a nossa realidade pastoral?: Nossos Bispos escrevem: “Constata-se na ação pastoral, de um lado, a fragmentação e a dispersão de atividades e, de outro, a busca de uma articulação” (Diretrizes 91-94, nº 287).


v                           Como a articulação acontece?: pelo planejamento pastoral, pelas Assembléias, pelos Conselhos de Pastoral, encontros, reuniões e acompanhamento individual.



 


v          Quais são os  princípios do ministério da articulação?:


1.          Variedade e complementariedade. A comunhão eclesial caracteriza-se pela presença simultânea da variedade e da diversidade de vocações e condições de vida dos ministérios, carismas (cf CfL 20).


2.          Autonomia. Todos temos o direito desenvolver os próprios dons e carismas. A articulação longe de nivelar os carismas deve permitir o seu pleno desenvolvimento na Igreja.


3.          Subsidiariedade. Pessoas, comunidades, organizações devem ter sua autonomia. A articulação deve ajudar a definir e distribuir as diversas tarefas entre os agentes e organismos, definindo bem as suas atribuições. É o que se chama descentralização.


4.          Participação responsável. A articulação deve envolver o maior número de interessados seja na decisão, seja na execução ou nos resultados. A participação não suprime nem nivela as responsabilidades.



 


v          Outros elementos que decorrem desses princípios:


1.          Colegialidade. Colégio é uma corporação cujos membros tem a mesma dignidade. Na Igreja, por termos a mesma dignidade de filhos de Deus, assumimos de forma igualitária e participativa a responsabilidade da evangelização.


2.          Corresponsabilidade. É a participação de todos os batizados no governo da Igreja, pela representação, pelo diálogo e pela colaboração. O exercício da colegialidade se expressa na corresponsabilidade.


3.          Comunhão. A comunhão é o modelo, meio e fim da missão da Igreja (CNBB, doc. 40, nº 50).


4.          Organização. É a forma de ordenar todos os elementos que compõem uma sociedade. Na Igreja deve favorecer a comunhão e a participação.


5.          Planejamento. Um grande meio que ajuda a concretizar os fins da evangelização.


6.          Coordenação. Um serviço que visa animar, incentivar, organizar e articular todas as forças em vista de um trabalho conjunto.



 


F    SUGESTÕES:


1.          Conhecimento recíproco: Para que possa haver a integração entre as Pastorais, Movimentos, Associações e demais forças vivas, enfim a PASTORAL DE CONJUNTO, é preciso que cada um procure conhecer o outro, seus objetivos e suas atividades específicas, já que não se ama aquilo que não se conhece. Conhecendo-se mutuamente, descobrirão que muito mais poderão fazer pela evangelização somando forças, trabalhando em parceria.


2.          Conhecimento de fazer acontecer a integração: A integração só será possível se houver, da parte dos envolvidos na proposta de PASTORAL DE CONJUNTO, real interesse pelo trabalho de parceria. Não basta a vontade do bispo, do pároco e do animador da comunidade. Tampouco é suficiente que os coordenadores em questão queiram a integração. A integração precisa ser desejada por todos os membros ou ao menos, pela maioria. Portanto, antes de pensar na integração, faz-se necessário um trabalho de conscientização e de motivação sobre sua importância com os envolvidos na proposta.



      3.          Integração não é fusão.


4.          Encontros com os agentes/membros: Esses encontros servirão para estreitar os laços de amizade, fraternidade, conhecimento recíproco e para discutir atividades que poderão ser realizadas juntas. Serão encontros para rezar, meditar a Palavra de Deus, estudar a doutrina da Igreja e conviver.


5.          Ter uma agenda mínima em comum: Para todo trabalho em parceria faz-se necessário haver uma agenda mínima em comum, ou seja, atividades em que os envolvidos estarão trabalhando juntas. Para a montagem dessa agenda comum, faz-se necessário a realização de encontros periódicos de representantes de todas as pastorais, grupos e realidades eclesiais, com o objetivo de planejar e avaliar as atividades desenvolvidas em comum.


     


       6.          Preocupar-se com a formação permanente de seus          agentes: Os responsáveis deverão possibilitar um crescimento progressivo e contínuo de seus agentes/membros. Com certeza, agentes/membros bem formados, conscientes de sua missão e conhecedores da missão favorecerão enormemente a integração e oferecerão um serviço pastoral de qualidade. A formação permanente permite ver a realidade de maneira bem mais criteriosa e objetiva. Ela favorece a criatividade na fidelidade aos valores essenciais que não passam.



 


7.          Fazer tudo por amor e em espírito de serviço: Todos podem fazer muitas coisas, individualmente ou em parceria, mas, se não for por amor, de nada valerá (cf. Cor 13). “Se não fizermos tudo por amor, corremos o risco de nos cansarmos e de abandonarmos tudo” (Ibil.,p,15). Todos devem aprender de Jesus que tudo o que fazemos na Igreja deve ser com espírito de serviço (cf. Mc 10,42-45) e de gratuidade (cf. Lc 17,10). “Se trabalharmos para servir e não para receber aplausos, resistiremos com mais facilidade aos desafios”. (Ibid). Essa compreensão do trabalho pastoral na Igreja ajuda a superar o espírito de competição, de rivalidade, e criará um espírito de comunhão e participação, encarnando o pensamento Paulino de que “eu plantei”, “Apolo regou, mas era Deus que fazia crescer” (1 Cor 3,6). Paulo ainda afirma que “aquele que planta e aquele que rega são iguais” ( 1 Cor 3,8). Todos são importantes para o cumprimento da missão da Igreja.


 


8.          Uma visão eclesial segundo o modelo dos Atos dos Apóstolos: A integração exige que os agentes pastorais tenham uma mesma compreensão sobre a Igreja e sobre a sua missão. E o melhor modelo é aquele bíblico apresentado pelo livro dos Atos dos Apóstolos: uma Igreja toda ministerial e missionária, pobre e livre, que escuta e anuncia sem medo a Palavra de Deus, solidária e libertadora, que une fé e vida (cf. 2, 42-47;4,32-37).


9.          Envolver toda comunidade: Nesse trabalho de integração devemos buscar ampliar sempre mais as parcerias entre pastorais, movimentos, associações, grupos...


10.    Urgência da integração: Essa integração é mais que necessária e urgente para o bem da Igreja. Acontecendo a integração todos ganham. Ganham as pessoas, que saberão assumir melhor o seu batismo, escutar o chamado de Deus e responder a ele. Ganha a Igreja, porque será enriquecida de muitos servidores e servidoras, “cada um no seu lugar” (1 Cor 12,27), conforme os dons recebidos do Espírito Santo (cf. 1 Cor 12,7.11). Ganha o Reino de Deus com o crescimento dos trabalhadores e trabalhadoras da messe.


 


 


PLANO DE PASTORAL PAROQUIAL
PARÓQUIA MENINO JESUS DE PRAGA E SANTA IFIGÊNIA
DIOCESE DE FRANCA - CNBB SUL I

PLANO DE PASTORAL PAROQUIAL
APRESENTAÇÃO

Com júbilo e ação de graças presentes em nosso coração, apresentamos a todos os irmãos da Paróquia Menino Jesus de Praga e Santa Ifigênia este Plano de Pastoral Paroquial como a expressão do anseio comum de fazer das diversas realidades o ambiente fraterno no qual possamos construir relações humanas profundas e duradouras, sendo símbolo e instrumento do Reino de fraternidade, justiça e paz.
Este Plano foi votado na Assembléia Paroquial realizada em 22 de maio de 2005, Solenidade da Santíssima Trindade, pelos responsáveis e delegados das diversas pastorais. Visa responder ao chamado feito por nossos Bispos quando da realização da 6ª Assembléia Diocesana, que recomendou que o Plano Diocesano de Pastoral fosse colocado em prática pessoal e comunitariamente.
É fruto de estudo e oração, de reflexão a respeito dos desafios que nos desalojam de nossas comodidades, traçando rumos para que a paróquia seja centro de comunhão e espiritualidade, irradiadora da vida que temos recebido ao longo da história, um local de acolhida, participação e partilha.
É, principalmente, uma oferta a Deus, uma entrega de nossas ações comunitárias ao Pai Amoroso, pelo Filho que nos faz irmãos, iluminados pelo Espírito Santo. Um gesto de fé e confiança, pois só poderemos construir a Igreja de nossos sonhos se alicerçados na Rocha Inabalável, o Deus de nossa salvação.
Nesta Festa do Sagrado Coração de Jesus, fonte de todo o Bem, fonte de amor e misericórdia, suplicando a intercessão de nossa Padroeira, Santa Ifigênia, e nos colocando sob a maternal proteção de Maria Santíssima, repetimos a Oração Sacerdotal do Senhor, pedindo que “sejamos Um - e o mundo creia” (Jo 17).

Franca, 03 de junho de 2005
Solenidade do Sagrado Coração de Jesus
Festa da Unidade Paroquial

HISTÓRICO DA PARÓQUIA MENINO JESUS DE PRAGA E SANTA IFIGÊNIA

A Paróquia Menino Jesus de Praga e Santa Ifigênia foi instituída no dia 21 de novembro de 1982 por Dom Diógenes Silva Matthes e teve como primeiro pároco o Reverendíssimo Sr. Pe. Antônio Edson Marmol.
A primeira idéia de construir uma Igreja no Bairro, hoje denominado Jardim Pedreiras, surgiu de uma humilde senhora Dona Maria de Lucca, que havia feito um voto a Santa Ifigênia. Com o passar do tempo e a morte de Dona Maria, a idéia foi quase esquecida.
Em 1969, o Sr. João Benedetti doou o terreno para a construção de uma nova paróquia a pedido de um grupo de moradores do Bairro. A primeira reunião que formou as comissões para a construção, foi coordenada pelo Frei agostiniano Alaor dos Santos OAR.
Como padroeiro titular foi designado Menino Jesus de Praga e por decisão de Dom Felício Vasconcelos, Arcebispo de Ribeirão Preto, foi acolhido o desejo de Dona Maria de Lucca em colocar, Santa Ifigênia, como co-padroeira.
A primeira missa no terreno doado foi em fevereiro de 1969. Em 1973, sob orientação do Reverendíssimo Sr. Pe. José Garcia Neto e pela If. Irene Saad, começou-se a construir um Centro Comunitário e a futura capela Menino Jesus de Praga. Em 1977 já havia um salão no terreno onde aconteciam cultos religiosos e reuniões do Serviço Social da Comunidade.
Em 28 de maio de 1978, preparada pelas Irmãs do Colégio Jesus Maria José, foi celebra a primeira eucaristia para um grupo de crianças preparadas na capela.
No mês seguinte, aconteceu a primeira quermesse para angariar fundos para a construção da Igreja que seria sede da nova paróquia da Diocese.
A entronização da imagem do Padroeiro Titular foi dada em 1 de outubro do mesmo ano, mas o lançamento da pedra fundamental da Igreja somente se deu em 25 de maio de 1979. A construção foi iniciada e em maio de 1981 já se avaliava o orçamento da cobertura do novo prédio.
Em 13 de junho de 1981, Dom Carmine Rocco, núncio apostólico no Brasil, visitou as dependências da paróquia, onde havia sido construído o primeiro seminário diocesano, para descerrar a placa de instituição dessa casa de formação.
Enquanto a obra da Igreja Matriz ia sendo finalizada, o pároco promoveu, nos dias 12 a 20 de novembro de 1982, a novena preparatória para a instalação da nova paróquia, que se deu no dia 21 do mesmo mês.
A Igreja é uma construção simples e não possui obras de arte. Ainda hoje ela expressa o caráter fundamental da evangelização, através da pastoral que promove a comunhão entre os setores diversos diante da escuta da Palavra de Deus.
A Paróquia compõe-se dos Bairros Pedreiras, Francano, Roselândia, Higienópolis, Residencial Regina Helena e Residencial Amazonas.
Desde a criação, a Paróquia teve como Párocos:
Pe. Antônio Edson Marmol - 18.11.82 até 31.12.84
Pe. José Geraldo Segantin - 03.03.85 até 31.12.91
Pe. Ângelo Pignoli - 05.01.92 até 14.12.95
Pe. José Valter Guerra - 28.12.95 até 31.12.96
Pe. Márcio Donizeti Otávio - 01.01.97 até 20.07.2004
Pe. Jamil Alves de Souza - desde 29.12.2004

E como Vigários Paroquiais:
Pe. Marco Antônio Bognotti - ...
Pe. Adriano Henrique da Silva - 13.03.2003 até 18.01.2004
Pe. Marco Antonio Gimenes Garcia - desde 24.01.2004
Pe. José Ricardo Batista Cintra - de 28.12.95 a 24.12.2004 (Administrador Paroquial de julho a dezembro/2004)
Pe. Devair Araújo da Fonseca - desde 29.12.2004

A Igreja é uma construção simples e não possui obras de arte. Ainda hoje ela expressa o caráter fundamental da evangelização, através da pastoral que promove a comunhão entre os setores diversos diante da escuta da Palavra de Deus.
Em maio de 2004 foi celebrado o Jubileu de Prata do lançamento da pedra fundamental.
Juntamente a este Plano de Pastoral Paroquial é apresentado um Projeto Especial em preparação a uma digna celebração do Jubileu de Prata da instituição da Paróquia, a ser celebrado em 2007.


OBJETIVO GERAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA DO BRASIL (2003-2006)

Evangelizar proclamando a Boa Nova de Jesus Cristo, caminho para a santidade, por meio do serviço, diálogo, anúncio e testemunho de comunhão, à luz da evangélica opção pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, formando o povo de Deus e participando de uma sociedade justa e solidária, a caminho do Reino definitivo.


OBJETIVO GERAL DA AÇÃO EVANGELIZADORA DA DIOCESE DE FRANCA (2005-2008)

Evangelizar a Diocese de Franca, levando à experiência do encontro pessoal com Jesus Cristo, sua pessoa, vida e missão, para assumir o compromisso de edificar a Igreja de nossos sonhos: Igreja Comunhão, Igreja Evangelizadora, Igreja Servidora na Caridade, promovendo a espiritualidade de comunhão, a formação e a solidariedade, especialmente com os pobres.


PRIORIDADES PAROQUIAIS

A partir das três áreas de prioridades e suas respectivas ações prioritárias apresentadas no 6º Plano Diocesana de Pastoral, os agentes pastorais de nossa comunidade reuniram-se para escolher as que melhor respondem aos anseios dos paroquianos atuantes e afastados. Esses anseios foram recolhidos em duas pesquisas realizadas em 2003 e 2004 e, depois de levados à Assembléia Diocesana, voltaram à paróquia para serem colocados em prática.
Sendo fruto de um planejamento participativo, conclamamos todas as pastorais, movimentos e serviços a colocarem-nas em prática, sem abdicar do carisma próprio a cada um.

1º EIXO
IGREJA SACRAMENTO DE COMUNHÃO E PARTICIPAÇÃO

FORMAÇÃO E ESPIRITUALIDADE

“Em busca da edificação da Igreja como Sacramento de Comunhão e Participação há de se investir na formação geral e ampla de nosso povo e na formação específica e permanente dos ministros ordenados e leigos, despertando e cultivando a espiritualidade de comunhão e desenvolvendo a mística da missionariedade” (6º PDP, p. 27).

• Dinamizar a formação dos leigos oferecendo cursos de teologia, Doutrina Social da Igreja, estudos bíblicos, formação litúrgica, formação para catequistas e outros. Oferecer aos paroquianos a oportunidade de participarem de cursos promovidos pela Diocese.



2º EIXO
IGREJA EVANGELIZADORA E MISSIONÁRIA NA CIDADE

MISSÃO NA CIDADE (PASTORAL URBANA)

“Querendo ser Igreja Evangelizadora e Missionária na Cidade, desejamos centrar a ação pastoral na valorização da pessoa e no fortalecimento dos laços comunitários e institucionais, na formação de agentes evangelizadores e num forte anúncio de Nosso Senhor Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida” (6º PDP, p. 29).

• Criar e dinamizar grupos de jovens e a Pastoral da Juventude. Oferecer aos jovens atividades atraentes. Incentivar todos a participarem da Jornada Mundial da Juventude. Oferecer catequeses e missas especificas para jovens; promover jogos internos; engajar os jovens nos projetos sociais da paróquia.



3º EIXO
IGREJA SERVIDORA NA CARIDADE, PELA PROMOÇÃO HUMANA E TRANSFORMAÇÃO DA SOCIEDADE

COMUNICAÇÃO E CARIDADE

“A comunicação é um processo fomentador de comunhão, participação e desenvolvimento. A comunicação - interna e externa - deve favorecer o conhecimento da realidade das pessoas e da sociedade, fazendo surgir laços fraternos, especialmente com os excluídos, em vista da construção de um mundo justo e solidário. É preciso comunicar que o cristianismo é fermento de libertação da pessoa e transformação da sociedade” (6º PDP, p. 31).

COMUNICAÇÃO
• Promover e incentivar o Boletim Informativo Paroquial, através da participação de todos os paroquianos, divulgando notícias das realidades e dos eventos paroquiais. Valorizar o BIP: formato maior, fotos coloridas, maior número de exemplares. Distribuição do BIP nas visitas domiciliares. Incentivar a participação dos jovens nos artigos do BIP.

CARIDADE
• Promover o trabalho dos Vicentinos integrando os trabalhos das Pastorais Sociais. Incentivar o Domingo da Partilha. Buscar e incentivar as famílias carentes a fazerem parte de alguma realidade da paróquia. Incentivar as visitas aos asilos.




PROJETO ESPECIAL - 2007 - ANO JUBILAR

Nossa paróquia, em 21 de novembro de 2007, celebrará os 25 anos de sua implantação. Até lá, viveremos o alegre tempo de espera e preparação para a grande festa de louvor e júbilo.
A seguir, apresentamos ações a serem desenvolvidas no triênio 2005-2007, visando o crescimento físico e espiritual da comunidade, ressaltando-se que foram aprovadas por aclamação e unanimidade durante a Assembléia Paroquial.

PREPARAÇÃO FÍSICA
• Inauguração solene do Centro Catequético.
• Transformação do Salãozinho em Auditório equipado com recursos multimídia.
• Sala de informática, Biblioteca, Videoteca.
• Reforma e ampliação da igreja.

PREPARAÇÃO ESPIRITUAL
(atividades a serem realizadas no mês de novembro de 2005 a 2007)
• Novenas, festas populares, peregrinações, procissões, missas celebrativas.
• Valorizar a celebração da vida e do dia da Padroeira (21 de setembro), com novenas, procissões e missa festiva.

MEMÓRIA PAROQUIAL
• Gravação em vídeo com pessoas que participaram do processo de surgimento da paróquia.
• Gravação de depoimentos dos paroquianos que acompanharam o desenvolvimento ao longo dos anos - gravação de agentes pastorais atuais, preparando o acervo do futuro.
• Elaboração de painéis com fotos obtidas junto aos primeiros paroquianos (do terreno vazio, da pedra fundamental, da 1ª Missa e outras), até chegar a fotos atuais.
• Expor documentação do arquivo paroquial e diocesano.
• Testemunho dos fundadores, e outros agentes pastorais, no Boletim Informativo Paroquial, nas missas e outras festividades.


Projeto de Reforma de Nossa Paróquia
Foto do Projeto de Reforma de Nossa Paróquia, prevista para término em setembro de 2007.

Agenda Paroquial
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